segunda-feira, 2 de maio de 2016

As doenças não cancerosas mais comuns da Próstata.


As doenças não cancerosas mais comuns da Próstata.



1 - Prostatite

O que causa? 
É uma doença inflamatória da próstata que afeta em sua maioria homens adultos. Existem diferentes tipos de prostatite e ela pode ser causada por diferentes tipos de bactérias, vírus, fungos ou não ter causa especifica (desconhecida). 

Quais são os sintomas? 
Em um quadro típico de uma prostatite aguda, os sintomas são febre alta e repentina, mal-estar geral, calafrios, dores no períneo associado a sintomas urinários (dor ao urinar, aumento da frequência e urgência miccional). No caso de uma prostatite crónica, os sintomas são semelhantes ao do quadro agudo, porém, sem febre. Podem ocorrer incomodo após a ejaculação e saída de sangue no esperma.
Como é o diagnóstico? 
É baseado inicialmente na historia clinica do paciente. A ultrassonografia do sistema urinário e da próstata e ate uma tomografia da pelve podem ser necessárias para avaliar o quadro. Alguns exames, como análises da urina, exame de sangue e do líquido prostático obtido após o exame de toque podem ser requeridos. Estes exames indicarão a existência ou não de sinais de inflamação e infecção, indicando se o problema está localizado na próstata ou em algum outro órgão, como bexiga ou na uretra.

Como é o tratamento? 
As prostatites são tratadas de acordo com o tipo diagnosticado pelo médico. Podem ser utilizados medicamentos antibióticos, anti-inflamatórios, alfa-bloqueadores, antidepressivos tricíclicos, analgésicos, entre outros. A doença inflamatória assintomática (sem sintomas) não requer tratamento específico. Há ainda a alternativa oferecida pela medicina de Nutrição, com a toma de suplementos nutricionais específicos para o suporte nutricional da próstata (epigenética), quando a prostatite é de causa não bacteriológica. O Nutriterápico com muito sucesso é o “SSP3-Forte”.
 Devem ser evitadas no período do quadro, bebidas alcoólicas, pimentas, refrigerantes, café, leite e condimentos fortes, pois podem piorar os sintomas. O quadro de Prostatite não é contagioso e não tem relação com a doença cancerosa na próstata. 



2 - Hiperplasia Prostática Benigna ou Hiperplasia Benigna da Próstata

O que causa? 
Desequilíbrio nutricional que, como consequência, desregula a parte hormonal ou a toma prolongada de alguns medicamentos ( fármacos) como os receitados para a hipertensão arterial, colesterol, diabetes, calmantes, anti-alérgicos e outros. A obesidade também é um dos fatores causadores de HPB (e da doença cancerosa).
A Hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma das doenças mais comuns no homem idoso, tem importante impacto na qualidade de vida, por interferir diretamente nas atividades laborais e na qualidade de sono dos pacientes. Com o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população, a Hiperplasia prostática benigna deve ter sua incidência e prevalência bastante aumentada. Dados mais recentes sugerem que ela ocorra em um quarto dos homens aos 50 anos de idade, em um terço dos homens aos 60 anos e em metade dos homens aos 80 anos ou mais.
A hiperplasia prostática benigna é causada devido a um aumento progressivo da glândula prostática, onde os nódulos hiperplásicos (adenomas) comprimem o tecido normal e começam a obstruir a uretra masculina. Os dois fatores importantes ligados ao desenvolvimento de HPB são a idade e o estilo de vida, que vêm a causar o desequilíbrio hormonal no homem.
Quais são os sintomas? 
Os sintomas da HPB são classificados como obstrutivos ou irritativos. Os sintomas obstrutivos são: jato fraco de urina,intermitência (urinar com interrupções), esvaziamento incompleto da bexiga. Os sintomas irritativos são: aumento da frequência urinária, notória (urinar mais a noite) e urgência (necessidade de esvaziar a bexiga com rapidez). Atualmente utilizamos o termo LUTS (sintomas do trato urinário inferior)para descrever o conjunto dos sintomas obstrutivos e irritativos, que na maioria das vezes coexistem no mesmo paciente.
Como é o diagnóstico? 
Uma boa história clínica e exame físico com o toque retal, avaliando os sintomas dos pacientes em associação com exames radiológicos de ultrassonografia das vias urinárias e da próstata são suficientes para uma detecção correta e rápida do diagnostico de HPB.
Como é o tratamento? 
Os objetivos do tratamento são aliviar os sintomas e evitar ou retardar a progressão da HPB, que pode levar a retenção urinária aguda e necessidade de cirurgia. O paciente tem papel decisivo na escolha do seu tratamento, pois o impacto dos sintomas na qualidade de vida é muito importante.
Há várias opções para o manejo de pacientes com hiperplasia prostática benigna, as convencionais e as aplicadas pela medicina nutricional.
As convencionais:
- A observação, somente acompanhando seus sintomas de perto.
- Terapia medicamentos  para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida.
- Terapias minimamente invasivas e tratamento cirúrgico: utilizados para pacientes que tenham falha do tratamento medicamentoso, piora dos sintomas e riscos de progressão da doença. O mais indicado é a Ressecção Endoscópica da Próstata, realizada através da uretra, retirando em parte o tecido da próstata que cresceu e obstruiu a uretra.
As de Medicina Nutricional:
- Tratamento holístico, o mais aconselhado em minha opinião, para as doenças crónicas degenerativas, como é o caso da HPB. Este tratamento engloba:
  •         Alteração do estilo de vida, 
  •        Controlo do peso em gordura corporal (sabe-se que o excesso de peso provoca também problemas na próstata),
  •        Controlo dos níveis glicémicos, diabetes,
  •         Controlo da alimentação e bebidas a evitar e
  •         Toma de suplementos alimentares nutriterápicos específicos para o caso, que dão suporte à boa saúde da próstata, ajudando a reduzir paulatinamente o tamanho desta. Novamente, o de maior sucesso para o tratamento da HPB é o “SSP3-Forte”.




Se desejar saber mais sobre o SSP3-Forte, clique neste link:

Se vive no Brasil e quer comprar em R$, vá ao site www.prostata-saudavel.com