Uma nova pesquisa traz à tona uma
questão frequentemente negligenciada, que é de saber como o álcool afeta o
risco de desenvolver doenças cancerosas a longo prazo.
Uma ampla revisão de estudos americanos constatou que tanto a quantidade quanto
a frequência do consumo de álcool desempenham um papel significativo no
desenvolvimento de doença cancerosa.
Mesmo o consumo moderado e frequente de álcool foi associado a um risco maior
em diversos tipos de cancros, reforçando a ideia de que os danos relacionados
ao álcool não se limitam apenas ao consumo excessivo.
A análise examinou dezenas de estudos
abrangendo milhões de participantes e encontrou fortes associações entre o
consumo de álcool e cânceres de mama, PRÓSTATA, cólon, fígado, esôfago, boca,
garganta e estômago.
O consumo de álcool também foi associado a piores desfechos em pessoas com doença
hepática e a um diagnóstico de cancro em estágio mais avançado.
No estudo também se descobriu que o
risco de doença cancerosa variava de acordo com o padrão de consumo de álcool e
fatores pessoais.
O consumo frequente de álcool aumentou o risco mais significativamente em
homens, enquanto o consumo excessivo episódico pareceu ser mais prejudicial em
mulheres.
Os resultados destacam que a moderação, especialmente em momentos como as
comemorações, é uma decisão com implicações que perduram muito além dos dias
festivos.
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