segunda-feira, 22 de abril de 2013

Usa Finasterida?

 A Finasterida e a Dutasterida são drogas medicamentosas ( fármacos) frequentemente receitados para tratar a Hiperplasia Benigna da Próstata  HBP), mas que sempre trazem efeitos colaterais desagradáveis, sendo que a finasterida também é receitada para tratar a calvice (!).

 Na nossa opinião os seus benefícios nada compensam os malefícios que provocam.

Vejamos noticias publicadas:


" Se soubesse, teria sido preferível ficar careca do que ficar impotente", diz ex-paciente que usava finasterida

(O mesmo tem acontecendo a muitos homens com HBP!)

Pesquisas apontam que o medicamento pode levar a problemas permanentes de ordem sexual, como dificuldade de ereção e perda de libido.

Liberada  para uso contra a calvície, a finasterida ( e, em dose mais altas,  para o tratamento da HBP) é a droga mais conhecida e usada hoje em dia contra o problema. Apesar de ter perdido a patente em 2006, a droga rendeu 424 milhões de dólares à Merck (farmacêutica que a lançou no mercado), apenas em 2012. Há um ano, no entanto, o FDA deu o sinal de alerta contra a medicação: na bula, passaria a constar que os efeitos adversos podem, em alguns casos, ser permanentes — mesmo após a suspensão do tratamento.



Publicado na revista VEJA

Vítimas da finasterida

"Comecei a tomar a finasterida em 2002, com 26 anos. Eu tinha umas entradas frontais, um pouco mais fundas do que o pessoal da minha idade, mas nada alarmante. Tomei o remédio por sete anos, e nunca tive nenhum efeito colateral... até que resolvi parar. Já na primeira semana tive diversos efeitos colaterais. Desenvolvi a doença de Peyronie, comecei a ter dificuldade em ter e em manter ereção e tive uma diminuição na consistência e na quantidade de esperma. Todos esses efeitos continuam até hoje, já desisti de procurar tratamento no Brasil. Preferia ter ficado careca."

Augusto, 36 anos

"Entrei com processo contra a farmacêutica que produzia o remédio em 2009 e estou aguardando o avanço até hoje. Tomei a finasterida por cinco anos, dos 41 aos 46 anos. Em 2006 comecei a sentir fortes dores nas costas, depois de diversos exames meu médico me disse que eu estava com osteopenia. Então parei com a medicação. Desde então minha vida sexual mudou muito, não tenho mais ereções como antes e preciso fazer reposição hormonal constantemente."

R.L.P., 53 anos

Efeitos adversos — Como o caso de Augusto, 36 anos, de Belo Horizonte. O mineiro tomou 1 miligrama de finasterida (dosagem recomendada em bula) diariamente durante sete anos. Uma semana após interromper o tratamento, os efeitos começaram a aparecer: o pênis sofreu uma curvatura, ele começou a ter dificuldade em ter e em manter a ereção, além de uma diminuição na consistência e na quantidade do esperma. "Durante três meses também tive dificuldades para urinar. Parecia que, de uma hora para outra, eu tinha envelhecido", diz.
Após percorrer diversos médicos pelo Brasil, Augusto acabou desistindo de procurar ajuda. "Ninguém sabe o que fazer, e todos acabam dizendo que meu problema é psicológico", diz. O drama do mineiro é compartilhado por R.L.P., 53 anos, funcionário público de São Paulo. Desde 2009, ele está com processo aberto contra a Merck. "Tomei o Propecia de 2001 a 2006. Parei a medicação porque ela tinha me deixado com uma dor terrível nas costas, causada pela osteopenia [redução na concentração de cálcio nos ossos, que pode levar à osteoporose]." Ao parar com a medicação, R.L.P. começou a ter problemas para manter a ereção. "Minha vida sexual não é mais a mesma. Precisei passar por tratamento psicológico e faço reposição hormonal até hoje."
Os brasileiros não estão sozinhos. Eles fazem parte de um dos principais fóruns na internet para pessoas que sofreram efeitos adversos da finasterida, o Propeciahelp. As histórias deles vão ao encontro das pesquisas clínicas que apontam os malefícios da medicação. Há ainda estudos que apontam para problemas de ordem psicológica, como a depressão, além de problemas cardiovasculares. Em uma pesquisa publicada em 2012, no Journal of Clinical Psychiatry, pesquisadores da Universidade de Washington alertam que o uso da finasterida para tratamento da calvície pode aumentar as chances de depressão e de pensamentos suicidas. "É um caminho sem volta. Uma vez que a bioquímica do corpo está modificada, não há como reverter o processo", diz Traish.

Nosso comentário:

Atenção,  todos estes efeitos adversos também são sentidos pelos homens que sofrem de Hipertrofia Benigna da próstata  que estão tomando a finasterida  ( e a dutasterida também).

Com alternativa a levar em consideração, acreditamos que o SSP3-forte é a melhor solução para tratar a HBP. É classificado por muitos utilizadores, como o melhor remédio natura para a hipertrofia benigna da próstata e, por analogia, também ajuda a outras funções, tais como a espermatogenese,  à recuperação da função sexual e ajuda no combate à calvice. Porquê? Porque a calvice está frequentemente associada a problemas com a  enzima 5-alfa redutase, tal como a HBP.