segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

5 - TRATAMENTOS ALTERNATIVOS OU COMPLEMENTARES (frequentemente conhecidos por Tratamentos Naturais)

Se sofre de HBP, a medicina convencional não lhe dá muita escolha. O tratamento normal é uma operação horrível que se chama "ressecção transuretral da próstata" (TURP). Deixe-me contar-lhe o que é, para que possa saber porque é que a deve evitar até ter tentado todas as opções oferecidas pela Medicina Complementar.


Instrumentos que cortam tecido são introduzidos pela uretra acima até chegar à próstata. Uma vez aí, as zonas hipertrofiadas da próstata são cortadas. A ideia de cortar um órgão, fatia a fatia sanguinolenta, sempre me horrorizou. Os pacientes que passaram por isto sabem claramente que o período pós-operatório também não é nenhum piquenique. Há uma tendência para sangrar e perder fluidos e as infecções pós-operatórias aparecem quase de certeza . Pode ficar surpreendido ao saber que, segundo vários estudos, até a expectativa de vida diminui - em grande parte devido a um aumento de mortalidade cardíaca. 
O desempenho sexual também fica comprometido  chegando mesmo à impotência total. A incontinência é, ainda, outra das consequências frequentes; ter de ficar a usar fralda para o resto da vida, já pensou?


Alguns efeitos secundários a longo prazo, colectados estatisticamente, incluem incontinência urinária em 5 por cento dos pacientes e impotência permanente em 10 por cento. Mas a maioria dos pacientes pós-TURP sofrem de "ejaculação inversa" (O sémen vai para dentro e não para fora). O que certamente afecta a fertilidade masculina. E 70 por cento dos que sofrem de ejaculação inversa também sofrem de diminuição ou mudança na intensidade do orgasmo. Pense por um momento sobre o resto da sua vida se não estiver no grupo sem sintomas! Mas estas preocupações não têm que lhe dizer respeito. Porque, utilizando o Método Alternativo Natural, uma próstata hipertrofiada pode quase sempre ser controlada sem cirurgia.



O Método Alternativo Natural (MAN)

Uma parte básica do programa total para uma boa saúde é a dieta - uma dieta especificamente adaptada ao metabolismo de cada paciente. Para um paciente com HBP, muitas vezes se recomenda uma dieta com baixo conteúdo de hidratos de carbono. O raciocínio é o seguinte:

A doença da próstata é uma condição que progride lentamente e que responde bastante bem ao MAN. Outras doenças, como doenças cardíacas, diabetes e hipertensão, podem ser uma ameaça maior do que problemas da próstata. Dietas com muitas gorduras foram implicadas, de um ponto de vista epidemiológico, como uma causa possível de prostatismo, mas não está provado. Uma das considerações mais óbvias é que todos os grupos com alta incidência de problemas da próstata também são grandes consumidores de açúcar, xarope de milho e outros hidratos de carbono refinados. Estes alimentos utilizam reservas de zinco e ácidos gordos essenciais e a falta dessas substâncias pode ser a causa de mudanças malignas.

Alguns alimentos que vale a pena incorporar na nossa dieta incluem os ricos em ginensteína (rebentos de soja são o melhor exemplo) e em óleo de peixe. A combinação da dieta certa com os suplementos alimentares no MAN podem ter como resultado melhoras tão radicais em homens nas fases iniciais de HBP que outros tratamentos se tornam desnecessários e podem continuar a ser desnecessários durante muitos anos. Se tiver mais de 50 anos - mesmo que não tenha sintomas - deve pensar no seguinte:

Antioxidantes. Não estamos só a falar dos Três Grandes dos quais ouve falar tanto - beta-caroteno, Vitamina C e Vitamina E. Também são importantes selénio, cisteína (ou acetilcisteína), glutationa, Coenzima Q10, ácido lipóico, e os bioflavonóides.

Ácidos gordos essenciais (AGE). Os ácidos gordos essenciais são de importância vital porque ajudam a ultrapassar a deficiência de prostaglandinas específicas, que pode ser um factor que contribui para a HBP. As melhores fontes alimentares de AGE são óleo de linhaça, óleo de girassol e óleo de soja. Também se pode tomar AGEs em forma de cápsula.

Zinco. O zinco existe em grandes concentrações na próstata. Se a próstata estiver hipertrofiada, provavelmente tem baixos níveis deste mineral essencial. Na minha experiência, suplementos de zinco muitas vezes diminuem a próstata: vários estudos na literatura médica indicaram resultados semelhantes. Num estudo, por exemplo, de 19 pacientes com HBP tratados com suplementos de zinco, em 14 tinha havido uma diminuição mensurável apenas em dois meses.

Manganésio. Uma vez que protege o zinco no corpo, este mineral também deve ser adicionado ao seu regimen para manter um bom equilíbrio.

Amino ácidos. Também deveria pensar em tomar uma cápsula que contenha uma combinação de três amino ácidos: ácido L-glutâmico, L-alanina, e L-glicina. Os estudos médicos indicam que aproximadamente 75 por cento dos homens vêem a frequência urinária diminuir com a ajuda destes amino ácidos.

Bagos de Serenoa repens. Muitas pessoas apresentaram uma melhoria dramática de sintomas depois de tomar esta substância - uma diminuição no tamanho da próstata, melhor fluxo urinário, menor necessidade de urinar durante a noite e menos desconforto.

Aparte destas observações, estudos independentes mostraram que o extracto estandardizado de bagas de Serenoa repens não só bloqueia a acção da 5-alfa redutase (a enzima que converte a testosterona em DHT) mas também bloqueia os receptores que permitem às células da próstata absorver DHT.

Compare esta substância com o Finasteride um medicamento caro e muito menos eficaz que foi aprovado pela FDA. O Finasteride inibe a produção de DHT mas não faz nada para evitar que o DHT se ligue às células da próstata. Além do mais, foi demonstrado que só funciona em 37 por cento dos pacientes que o tomam durante um ano inteiro, comparado com 60 por cento a 90 por cento de grau de sucesso em pacientes que toma de Serenoa reens durante só seis semanas. E, ao contrário da Serenoa repens, o Finasteride pode causar efeitos secundários muito desagradáveis, incluindo falta de desejo sexual e problemas com ejaculação e impotência.


Pygeum africanum. A casca em pó desta planta perene que se encontra na África Central, há séculos que é utilizada para tratar problemas urinários. Vários ensaios clínicos europeus demonstraram que suplementar a alimentação com esta substância ajuda a melhorar a função urinária sem efeitos secundários tóxicos. O Pygeum africanum também pode ser eficaz para baixar os níveis de colesterol no sangue, que os investigadores pensam pode causar um exagerado crescimento celular na próstata.


Raiz de Urtica Dioica, rica em Beta-Sitosterol, que impede a conversão da Testosterona em Dehidrotestosterona (DHT), diminuindo assim as causas do aumento da próstata.

Epilobium parviflorum, planta medicinal muito utilizada pelos antigos no tratamento dos males da próstata, rins e bexiga. Ajuda na melhoria do jacto urinário.

Vitamina E, uma das mais importantes para a saúde e bem-estar do aparelho reprodutor masculino, do qual a próstata faz parte.

Se procura por um suplemento, o "SSP3 Forte" é uma boa solução. A sua composição é de eficácia comprovada. É produzido em laboratório europeu certificado com o ISO 9001.

Pectina cítrica modificada. Há uma excitante nova descoberta no horizonte sempre em evolução da Medicina Complementar. É a pectina cítrica, um componente da fibra derivada dos frutos cítricos. Um estudo feito em animais na Universidade Estatal de Wayne descobriu que esta fibra evitou que o cancro da próstata produzisse metástases em ratazanas (Journal of the National Cancer Institute, vol. 87, 1995, pp. 348-353). Apesar de ser um pouco cedo para chegar a conclusões alargadas sobre os benefícios médicos da pectina cítrica, este nutriente natural com certeza não faz mal. Doses de 10-15 gr já são recomendadas pelos nutricionistas.

Seguem-se algumas terapias alternativas que não são mencionadas pelos médicos convencionais. Incluem terapias que não são reconhecidas ou aprovadas pela Food & Drugs Administration, como dietas, imunoterapia, e remédios à base de ervas.

Terapia à base de dieta. Muitas terapias alternativas para o cancro - incluindo o Programa em Oito Etapas ( que falaremos no Capítulo 6)) para a saúde completa da próstata - têm como base reforçar a capacidade do corpo para prevenir e tratar o cancro através da nutrição. Os programas de dieta mais conhecidos - o de Pritkin, de McDougall e a macrobiótica - concentram-se em quantidades generosas de fibras, fruta e vegetais. Além desta dieta vegetariana restrita, estas terapias realçam a importância da idoneidade física e uma atitude mental forte e positiva. As filosofias "de volta às coisas básicas" e "você é o que come" por trás das terapias à base de dieta têm sido bastante eficazes para milhares de pessoas, incluindo muitos dos meus pacientes.

Terapia metabólica. Alguns médicos adeptos dos métodos alternativos ou complementares levaram a terapia à base de dieta um passo mais além. A terapia metabólica consiste em lavar o sistema, mantendo uma dieta vegetariana equilibrada, e dando ao corpo suplementos de vitaminas (especialmente vitaminas C e A) e enzimas.

A terapia Gerson é o fundamento de muitos tratamentos metabólicos. O programa foi projectado pelo defunto Dr. Max Gerson, um médico nascido na Alemanha, que foi responsável por curar a mulher de Albert Schweitzer de tuberculose avançada dos pulmões. O programa Gerson tem como objectivo livrar o paciente das toxinas mortais fazendo-o aderir a uma dieta que inclui óleo de linhaça (uma fonte de ácidos gordos 3-omega) e sumos de cenoura e fígado (fontes de vitamina A). O tratamento, que é fornecido pelo Instituto Gerson em Tijuana, México, provou ter sucesso para os que conseguem aderir ao regime exigente. Muitos tratamentos metabólicos incluem laetrile, o símbolo do tratamento alternativo ou complementar do cancro. O laetrile (também conhecido como vitamina B-17) é um derivado do produto químico amigdalina, que se encontra nas sementes de todos os frutos comuns e em 1200 plantas diferentes. Era usado pelos antigos egípcios, chineses, gregos e romanos para tratar o cancro. Quando utilizado juntamente com uma dieta metabólica que inclui enormes doses de vitaminas, minerais e enzimas, o laetrile tem demonstrado que é capaz de inibir o crescimento de tumores. Infelizmente não foi aceite pela FDA e a comunidade médica convencial - surpresa, surpresa.

Outro centro para o tratamento do cancro que não é aceite, também se encontra em Tijuana, no México. Aí, no centro biomédico, administra-se o tratamento Hoxsey para o cancro. Esta terapia alternativa é talvez a mais difícil de acreditar, mas tem-se provado que funciona. No início foi formulada como um tónico para cavalos e foi dada a Harry Hoxsey, que começou a receitá-la a seres humanos em quantidades mais pequenas, juntamente com uma dieta restrita, nos anos 20. O tónico contém várias ervas que têm propriedades anti-cancerígenas conhecidas, como o alcaçuz, trevo vermelho, raiz de bardana, raiz de Phytolacca americana, e casca de Cáscara sagrada. Pode ler mais sobre o tratamento de Hoxsey no livro de Judith Glassman, Os Sobreviventes de Cancro.


Imunoterapia. A imunoterapia concentra-se na utilização de substâncias produzidas pelo corpo do paciente para reforçar o sistema imunitário para que ele próprio possa atacar as células cancerosas.

Um dos tratamentos de imunoterapia mais conhecidos é a terapia imunoaumentativa (TIA) desenvolvida por Lawrence Burton, Ph.D. (que foi durante 15 anos um oncologista no Hospital de S. Vicente na Cidade de Nova York). Burton descobriu que certas proteínas têm que estar presentes no sangue para que o sistema imunitário possa lutar contra o cancro. O TIA consiste em injectar pacientes com as proteínas que faltam duas vezes por dia. Apesar dos atestados de numerosos pacientes notáveis, este método, que parece ser tão simples e lógico, foi denunciado pela comunidade médica dos Estados Unidos.
Como consequência dos seus métodos, Burton foi exilado para as Bahamas, aonde dirige um departamento para pacientes externos chamado Centro de Investigação Imunológica, no Hospital Rand Memorial em Freeport.



O TIA não é tóxico e produz muito poucos efeitos secundários.

O tratamento de Livingston é uma forma holística de imunoterapia desenvolvida pela Dra. Virginia Livingston, antiga professora na Universidade de Rugers. Este tratamento consiste em duas vacinas - uma preparada a partir de uma cultura de bactérias do paciente, a outra uma vacina contra a tuberculose (BCG) - juntamente com uma dieta vegetariana restrita e psicoterapia.


Terapias à base de ervas. Na Alemanha, o saw palmetto é um tratamento tido em alta consideração para as condições da próstata, apesar de que aqui nos Estados Unidos não é reconhecido pela FDA. O Saw Palmetto (Serenoa repens) é uma pequena palmeira nativa da Flórida. A árvore dá um fruto que é usado para aliviar os problemas e desconforto da próstata há séculos. Foi demonstrado que o extracto de lipoesterol (gordura e esterol) das bagas de saw palmetto é eficaz para aliviar os sintomas de uma próstata hipertrofiada devido à inibição de dihidrotestosterona, o composto que se suspeita seja a causa da hipertrofia da próstata.

Os índios americanos tinham grande fé nestas bagas, comendo quatro ou cinco por dia para melhorar a sua vida sexual. A Serenoa repens está finalmente a ter o reconhecimento que merece como um potente medicamento para a próstata. Os investigadores documentaram um caso recente de um homem de 70 anos que normalizou a função da próstata com êxito, comendo as bagas. E até os urologistas, depois de anos de o desprezarem como uma cura de fantasia, estão a receitar o saw palmetto para ajudar a aliviar os problemas da próstata. O "SSP3 Forte" é uma dessas formulações, naturais, que deve levar em conta.

O Cominho é outra erva que tem importantes propriedades anti-cancerosas. Num estudo de pacientes com cancro urológico, incluindo o cancro da próstata, os urologistas do Hospital Regional da Galileia Ocidental descobriram que o consumo de cominho representava um papel importante na prevenção do cancro. Os investigadores determinaram que 40 por cento dos que não tinham cancro usavam o cominho regularmente na comida, comparados com só 12 por cento dos que tinham cancro.


Estudos feitos em animais no Instituto do Cancro Adyar em Madras, Índia, apoiam os resultados israelitas. A investigação indiana estudou 20 especiarias e folhas de plantas diferentes à procura de propriedades anti-cancerígenas. Numa série de testes, o Cominho aumentou consideravelmente a actividade do produto químico GST no corpo, uma enzima desintoxicante que se sabe protege contra certos tipos de cancro. Noutro teste, o Cominho bloqueou 83 por cento dos danos geralmente produzidos nos cromossomas por um químico potentemente cancerígeno, enquanto que as sementes de papoila bloqueavam 80 por cento e o açafrão-da-Índia 54 por cento.

Os bioflavonóides presentes nos rebentos de soja também têm propriedades anti-cancerígenas. A soja tem imensas qualidades para a prevenção e tratamento de doenças e protege contra os cancros do peito e próstata. Cientistas alemães descobriram que a proteína de soja contém um componente chamado "genisteina", que bloqueia o crescimento dos vasos sanguíneos. Em geral, as pessoas adultas não produzem novos vasos sanguíneos excepto se estão grávidas, seriamente feridas, ou têm um tumor em crescimento. A teoria é que o genistein pára o crescimento do tumor porque não deixa passar os alimentos. Novos estudos descobriram que também reduz os níveis de colesterol. Além do mais, os investigadores encontraram uma ligação entre o consumo de grandes quantidades de alimentos à base de rebentos de soja e a baixa mortalidade causada por cancro da próstata nos homens japoneses, para quem os rebentos de soja são um alimento básico.

Também foi demonstrado que o pólen de abelhas trata eficazmente a prostatite crónica. Num estudo feito por Gosta Johnson, médico na unidade de urologia da Universidade de Lund, na Suécia, deram a dez pacientes com prostatite crónica avançada suplemento de pólen de abelhas durante um ano. Ao fim de um ano, cinco dos pacientes não tinham sintomas. E ainda outro estudo foi dirigido por Yutaka Saito, médico no departamento de urologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Nagasaki. O Dr. Saito deu o mesmo suplemento de pólen de abelhas a 30 pacientes com prostatite crónica durante um período de seis meses. Dezasseis dos pacientes melhoraram drasticamente, 13 demonstraram melhoras notáveis e só um paciente não melhorou.

Essiac. O Essiac é outro tratamento alternativo ou complementar para o cancro que tem tido grande êxito mas tem sido completamente ignorado pela medicina convencional. O Essiac é um chá feito de ruibardo indiano, azedas (Rumex acetosa), ulmeiros (Ulmus fulva), e raízes de bardana. O tratamento foi dado a conhecer ao público pela primeira vez nos anos 20 pela defunta Rene Caisse, antiga enfermeira chefe no Hospital das Irmãs da Providência em Haileybury, Ontario. Caisse deu com este antigo remédio índio quando encontrou uma mulher no Canadá que tinha usado o tratamento para curar um cancro do peito. Caisse foi suficientemente inteligente para tomar nota da receita e usá-la mais tarde com êxito para tratar o cancro terminal de fígado e de estômago da própria tia. Depois de dois meses de tomar o chá, a tia dela ficou melhor e viveu outros 22 anos. Caisse começou a tratar todos os seus pacientes "terminais" com o chá, com imenso êxito.

O Essiac (Caisse soletrado ao contrário) há 70 anos que é usado como um medicamento de ervanário em literalmente milhares de pacientes, e no entanto quase ninguém tem ouvido falar nele. O Essiac (que se usa agora para lutar contra a SIDA) existe nos Estados Unidos.

Terapia com antineoplastons. O Dr. Stanislaw Burzynski, um médico bioquímico nascido na Polónia e a trabalhar em Houston, Texas, descobriu que um grupo de cadeias peptídicas (cadeias curtas de amino ácidos) e derivativos de amino ácidos que se encontram presentes naturalmente no nosso corpo inibem o crescimento das células cancerosas. Deu a essas cadeias peptídicas o nome de antineoplastons, devido á sua capacidade de inibir o crescimento celular neoplástico ou canceroso. Burzynski descobriu que os pacientes com cancro têm poucas dessas cadeias peptídicas no corpo, e que quando as voltou a introduzir no sangue dos pacientes, por via oral ou intravenosa, conseguiu uma redução ou até remissão completa do tumor. O Dr. Burzynski abriu o Instituto de Investigação Burzynski em 1977 e já tratou, com sucesso, mais de 2000 pacientes com cancro, a maior parte deles em estado avançado da doença. Nesta altura, esta terapia foi aprovada para provas clínicas pelo Instituto Nacional do Cancro (NCI).

A terapia com neoplastons tem sido usada com êxito no tratamento de pacientes com cancro da próstata. Também pode ser usada juntamente com outras terapias para o cancro; e é por vezes usada, por exemplo, com pequenas doses de quimioterapia para certos tipos de cancro.

Cientistas em países como o Japão, Polónia e o Commonwealth of Independent States estão a investigar activamente os neoplastons enquanto os investigadores nos Estados Unidos continuam a arrastar os pés.


Acupunctura. A acupunctura é particularmente útil para minimizar os efeitos dos tratamentos mal-amanhados receitados pela Medicina Ocidental. Se decidir submeter-se a um tratamento convencional, aconselho-o a tentar a acupunctura como tratamento complementar.

A acupunctura é um antigo sistema chinês com base na crença de que a saúde é determinada pelo fluxo em equilíbrio de energia vital (qi ou chi) através do corpo. Na acupunctura estimulam-se os pontos da acupunctura com a introdução e remoção de agulhas para dirigir o fluxo de energia no corpo. Esta operação eficaz e essencialmente sem dor estimula o sistema imunitário e alivia a dor. É um método não invasivo provado que não causa efeitos secundários.


Cartilagem de tubarão. A investigação demonstrou que a cartilagem de tubarão pode parar o fluxo sanguíneo para os tumores, parando assim o crescimento do tumor e eventualmente diminuindo o tamanho do mesmo. Os tumores crescem com o seu próprio sangue num processo que se chama angiogénese. A cartilagem, por outro lado, não produz o seu próprio sangue devido ao seu conteúdo anti-angiogénico. Robert Langer, médico no Massachussetts Institute of Technology demonstrou que a cartilagem dos tubarões tem 1000 vezes mais deste inibidor de angiogénese que qualquer outro tipo de cartilagem.


Toque terapêutico. A terapia do toque terapêutico foi desenvolvida em 1972 pela Dra. Dolores Krieger, professora emérita na Universidade de Nova York, e por Dora Kunz, uma curadora. O Toque Terapêutico já foi ensinado em mais de 80 faculdades nos Estados Unidos e em 68 países. Ironicamente, esta terapia não envolve essencialmente nenhum contacto entre o curador e o paciente. Ao contrário, o curador determina os bloqueios no campo energético do paciente colocando as mãos de 2 a 6 polegadas do corpo, com movimentos rítmicos e lentos. O curador trabalha então para reabastecer o fluxo de energia com movimentos das mãos semelhantes aonde necessário. É eficaz para aliviar a congestão e remover obstruções. O Toque Terapêutico demonstrou diminuir a ansiedade, a tensão, dores, e inflamações. Como a acupunctura, é uma óptima terapia complementar se decidir submeter-se a tratamento convencional.

Terapia Marma. Os praticantes de Ayurveda usam os pontos sensíveis na pele a que chamam marmas (Parecidos com os meridianos da medicina chinesa). A estimulação dos marmas dirige o fluxo de energia e faz a ligação entre a mente e o corpo. A terapia de massagens marma estabiliza a energia no corpo estimulando qualquer dos 107 marmas. A meditação transcendental é um modo eficaz de estimular os três marmas primários a partir de dentro. Estes marmas encontram-se na cabeça, coração e parte de baixo do abdómen e têm uma forte influência nos restantes 104 marmas.

Os praticantes de Ayurveda determinam primeiro as energias específicas que estão desequilibradas no paciente. Uma vez determinadas, o praticante pode apontar os marmas a massajar para re-estabelecer a harmonia entre os campos de energia. Os praticantes usam com frequência uma massagem diária com óleo de sésamo (abhyanga) que alcança todos os marmas. Outro tratamento marma estimulante e que reforça o sistema imunitário é o pachkarma. Esta terapia altamente estimulante e calmante consiste em fazer pingar vários tipos de óleos na testa, juntamente com tratamentos médicos especiais à base de ervas introduzidos por meio de terapia a vapor e enemas de ervas.



Os pacientes de Ayurveda testemunham quão eficaz é a terapia marma para aliviar a tensão, dores e outras doenças crónicas. É também uma técnica inestimável para alcançar uma saúde e bem-estar vitais unificando a mente e o corpo. A terapia marma é oferecida nas clínicas de Ayurveda como uma terapia para pacientes internos ou externos.



Hidroterapia. A hidroterapia é usada há séculos para manter uma boa saúde. O processo envolve a utilização de água (quente, fria, gelada, a vapor, etc.) num banho sitz, douche, jacuzi, sauna, chuveiro, banho de imersão, cataplasmas, banhos de pés, invólucro, etc. O tratamento de hidroterapia mais comum para HBP é uma imersão parcial da zona pélvica. Pode ser feito em água quente, água fria, ou numa combinação de água quente e fria. Um banho sitz quente é muitas vezes dado inicialmente para relaxar e abrir a passagem urinária. Este banho é tomado durante três a dez minutos em água entre 40,5 e 45 graus centígrados, seguido de uma lavagem a esponja da zona pélvica. Um banho quente dos pés entre 43 e 46 graus centígrados juntamente com o banho sitz causou um alívio ainda maior. Um banho sitz neutro (dado entre 33 e 35 ºC, de 15minutos a duas horas, é eficaz para reduzir inflamações agudas.





Possivelmente, a maior descoberta para a cura da próstata em décadas!


Até há uns anos atrás, se a sua próstata o continuasse a incomodar não teria muita escolha. Mesmo depois de experimentar todas as terapias complementares teria que considerar a cirurgia. Para a maior parte dos homens, já não é necessário fazê-lo. Há uma opção melhor - uma opção muito melhor: hipertermia transrectal ou transuretral. É um tratamento de microondas a altas temperaturas que foi proposto pela primeira vez pelo Dr. Jozef Mendecki, em 1980 (apesar de que só recentemente foi aprovado pela FDA). Desenvolveu a tecnologia com uma das principais empresas de microondas em Israel.

Com base no princípio de que é possível aquecer e destruir o tecido hipertrofiado dentro da próstata sem desequilibrar as funções da glândula, a hipertermia foi utilizada pela primeira vez com um aplicador especial colocado no recto, a partir do qual microondas hipertérmicas profundas foram enviadas para a parte de trás da próstata. A zona rectal estava protegida com um dispositivo de arrefecimento, uma vez que as microondas aquecem o tecido da próstata até 43 graus centígrados (106 graus Fahrenheit). Nos últimos dois anos, um novo método, utilizado cada vez por mais clínicas, foi inventado: uma pequeníssima varinha de microondas é introduzida sem dor através da uretra (o canal urinário do pénis) para chegar à parte central da próstata e aquece precisamente a zona aonde a glândula, na maior parte das vezes, causa obstrução do fluxo urinário.

Um tratamento de hipertermia leva 60 minutos e é dado semanalmente durante quatro a oito semanas. É completamente livre de dor, não necessita de anestesia e é uma operação para pacientes externos. É altamente eficaz em mais de 70 por cento dos casos e em geral custa de $1.000 a $2.000, comparado com $10.000 a $18.000 por um TURP com a necessária hospitalização.

Apesar de tudo, não tem havido grande pressa em adoptar ou falar nesta operação. Porquê? Economia, acho eu. Os TURPs são a base financeira da urologia, e a hipertermia ameaça uma técnica cirúrgica salvaguardada que significa, só nos EUA, cerca de 400.000 operações altamente rentáveis por ano.



Tratamentos prometedores no horizonte

Além da hipertermia, há dois tratamentos em investigação neste momento que parecem prometedores como alternativas eficazes para o método arriscado e sanguinolento do TURP. Uma é a criocirúrgia, durante o qual nitrogénio liquido super-arrefecido congela e mata o tecido prostático hipertrofiado. O outro é a cirurgia com raios laser, durante a qual um instrumento é introduzido no pénis para raspar a parte da próstata que está a causar o bloqueio.

De momento, no entanto, a melhor maneira de tratar HBP avançada é com hipertermia e apoio alimentar - uma combinação completamente livre de riscos. Dois terços a três quartos de todos os homens que seguem este método têm resultados satisfatórios, com os quais podem viver sem efeitos secundários.



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